quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Quietude

 O tempo... Senhor único e soberano do eterno funeral das horas... Tem dias que amo ficar bem sozinha e observado a natureza. a quietude de mim mesma... Como Alberto Caeiro, sem nada pensar, só sentir... Sentir o perfume das matas... Das flores, da seiva que exala das florestas e dos bosques... Como o ser humano pode viver somente na selva de pedra? E se distanciar da sua essência... Tem dias que amo acordar e ouvir o cantar dos pássaros! E o som da floresta... Lindo! E observar  ruínas... Velhas paredes e velhas árvores! São registros de tempos imemoráveis! Se pudessem falar... Quanta coisa revelariam!

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