domingo, 12 de agosto de 2012

Uma ave voa

Uma ave voa. E anoitece. Anoitece sanguíneo. Uma faixa alaranjada se forma na linha do horizonte. O sol se despede. Vai embora. E os seus reflexos ainda ficam, nas minhas retinas. Reflexos suaves, como a ave que livre voa, tão distante, tão longe dos perigos, das redes e dos venenos. E a lágrima não rola. Choro por dentro. E penso em um rumo, sem destino, como a ave que voa em direção à luz!

Um comentário:

  1. Oi Ju. Amiga, meu faces foi invadido e detonado kkk. Fiz outro. Me ad Shirley Costa. Procurei pelo teu e não encontrei e foi com grata surpresa que achei o seu blog, que, aliás esta muito lindo.Me ad tá amiga. bjsss

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