terça-feira, 31 de agosto de 2010

Vento no Litoral


''E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua
E se entregar é uma bobagem''...

Vento no Litoral - Legião Urbana

Sinto-me nascido a cada momento Para a eterna novidade do Mundo...

    O meu olhar é nítido como um girassol.
    Tenho o costume de andar pelas estradas
    Olhando para a direita e para a esquerda,
    E de vez em quando olhando para trás...
    E o que vejo a cada momento
    É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
    E eu sei dar por isso muito bem...
    Sei ter o pasmo essencial
    Que tem uma criança se, ao nascer,
    Reparasse que nascera deveras...
    Sinto-me nascido a cada momento
    Para a eterna novidade do Mundo...
    Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender...
    O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...
    Eu não tenho filosofia; tenho sentidos... Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, Mas porque a amo, e amo-a por isso Porque quem ama nunca sabe o que ama Nem sabe por que ama, nem o que é amar...
    Amar é a eterna inocência, E a única inocência não pensar...
    Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos", 8-3-1914

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Amor

Quero-quero

Imagem - Wikipedia
O Quero-quero é uma ave também conhecida por espanta boiada, tetéu, abibe do sul, e em espanhol tero comum. O nome Quero-quero é uma característica do seu canto (onomatopéia). É uma ave típica da América do Sul e habita campinas úmidas e locais próximos de ios e de lagoas,
Seu ninho é protegido. A ava ataca para defendê-lo e até se finge de ferida. Procura afastar os intrusos.
É uma ave briguenta e é utilizada em fábricas como ''cão de guarda''. O seu grito pode significar perigo.
Esta é a ave-símbolo do Rio Grande do Sul desde 1980. Também é conhecido como Sentinela dos Pampas. É ave presente no folclore do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, onde é cantado em músicas e citado nos poemas gaúchos. 
Ouça o canto do quero-quero:
Vanellus_Chilensis.ogg

Se um grito de fero açoite            Quero-quero vai voando
Estruge no ar austero,                E os  esporões vai batendo;
Não tremas, é o quero-quero           Quero-quero quando grita,
Que vem dar-te a boa noite            Alguma coisa esta vendo.
Simões Lopes Neto (Cancioneiro Guasca)

Ju - Fonte Wikipedia

domingo, 29 de agosto de 2010

O Tempo

''O tempo não para, no entanto, ele nunca envelhece...''
Caetano Veloso - Força Estranha

""O tempo é o senhor único e soberano do eterno funeral das horas.''
Machado de Assis

Arte árabe ou mourisca

Castelo mourisco da Fundação Osvaldo Cruz - RJ
Arabescos
 A arte árabe entrou na Europa na Idade Média, quando esses povos também chamados de mouros invadiram esse continente. Na Península Ibérica (Portugal e Espanha) ficaram por muitos séculos. Transmitiram a sua cultura e se apropriavam da cultura dos lugares conquistados sem destrui-las. Traduziram os escritos de Sócrates e de Platão. Introduziram técnicas de irrigação na Europa.
A arte desses povos eram arquitetura, azulejaria, tapetes, jóias e desenhos de motivos florais e geométricos chamados arabescos. A religião islâmica proibe o desenho de figuras humanas e de animais. Por isso desenvolveram esse estilo para ornamentar palácios, castelos, etc... Na Europa há muitos castelos mouros. No Rio de Janeiro, na fundação Osvaldo Cruz temos uma réplica de um castelo mourisco.
Ju

Carpe Diem


Esta expressão pode ser encontrada em "Odes" (I,, 11.8) do poeta romano Horácio (65 - 8 AC), onde se lê:
Tu não procures - não é lícito saber - qual sorte a mim qual a ti
os deuses tenham dado, Leuconoe, e as cabalas babiloneses
não investigues. Quão melhor é viver aquilo que será,
sejam muitos os invernos que Júpiter te atribuiu,
ou seja o último este, que contra a rocha extenua
o Tirreno: sê sábia, filtra o vinho e encurta a esperança,
pois a vida é breve. Enquanto falamos, terá fugido
ávido o tempo: Colhe o instante, sem confiar no amanhã.
  
Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem quam minimum credula postero.

sábado, 28 de agosto de 2010

Adeus, mês de Agosto de 2010!!!

Adeus, mês de Agosto de 2010! Mais um mês que se vai. Um mês agitado de pulsação política. Um mês frio e ao mesmo tempo, quente. O ar muito seco, provocando queimadas. A pele ressecando e haja hidratantes!
E o sol, vai se pondo na linha do horizonte. Deixando a sua dourada luz. Mais um dia que se vai. Um dia é sempre único e um milagre que não se repete. Respiro fundo e sinto uma energia boa no ar. Apesar de tanta aura negativa, Deus envia a sua paz. Basta colocarmos as antenas receptoras no nosso coração. Apesar de toda dor e dos espinhos da vida, os momentos de felicidade aquecem a nossa alma.
Ju

domingo, 15 de agosto de 2010

Zé Rodrix

Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009) foi um compositor, multiinstrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro.
Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, violão, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Tornou-se conhecido em 1967, ao vencer o III festival na TV Record daquele ano, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo defendendo a música "Ponteio". Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário com Wagner Tiso, Robertinho Silva, Tavito, Luís Alves e Laudir de Oliveira, tocando ao vivo com Milton Nascimento e participado do LP de estreia da banda.
Desligando-se da banda em 1971, venceu o Festival da Canção de Juiz de Fora, junto a Tavito, com a canção "Casa no campo", uma de suas composições mais famosas, que se tornaria um grande sucesso na voz de Elis Regina, e cujo trecho da letra ("compor rocks rurais") batizou o estilo de música, com influências regionalistas, tropicalistas, folk, country e rock, tocada pelo trio do qual faria parte logo em seguida, junto a Sá e Guarabyra; Sá, Rodrix e Guarabyra, conhecido como rock rural. Nessa época, compôs músicas como "Mestre Jonas", "Ama teu vizinho", "Blue Riviera", "O pó da estrada", "Os anos 1960", "Pindurado No Vapor", "Primeira canção da Estrada", "Ribeirão", "Zepelim", "dentre várias outras", além de um famoso jingle criado por encomenda da J.W.Thompson para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio em 1973, para seguir em carreira solo e participações especiais em gravações de artistas diversos, como o disco de estreia do Secos & Molhados, no qual toca piano, ocarina e sintetizador.Em Dezembro de 2008, Zé Rodrix lança um single ao lado de Sá e Guarabyra, chamado Amanhece um outro dia. A canção foi tema de abertura da novela Revelação, exibida pelo SBT. Para promover a novela, o trio chegou a se apresentar ao vivo no programa Hebe.
Zé Rodrix morreu às 0h45 minutos do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, cidade onde residia. Foi casado com a atriz Norma Blum e com a ex-Frenéticas Edyr de Castro. Estava casado com a escritora e produtora Julia Rodrix. Teve seis filhos: Marya, Joy, Mariana, Rafael, Antonio e Barbara..
Zé Rodrix, Sá e Guarabira.
Fonte de pesquisa - Wikipedia.

Mar de Luz

A lua derrama sua luz prateada. Penso em ti, nessa noite silenciosa. Por onde andarás? Cavalgando pelas dunas infinitas das praias da imaginação? Viajando nas constelações das infinitas emoções? Experimentando novas possibilidades e novas sensações? Por onde andarás? Teu nome ecoando pelo universo... E na poesia, para ti mais um verso. No verso do reverso, a lembrança. Novamente, sinto-me em sintonia para toda a novidade do mundo. Uma lembrança faz nascer uma nova experiência. E a lua, derrama seu mar de luz nas nossas caras risonhas.
Ju

sábado, 14 de agosto de 2010

Das finas dores

Amar verdadeiramente
muitas vezes são finas dores,
que dilaceram a alma!
Mas, nascem flores
no meio de espinhos!
Quando nosso amor
se vai para nunca mais,
fica uma semente
dentro de nosso coração,
e nasce uma flor
chamada saudade,
suas raízes invadem
o nosso ser!
Uma suave brisa bate
e a recordação
como um perfume
dessa flor bonita
é a saudade
infinita!
E vai se transformando...
Vai mudando...
Vai sendo razão
transpondo a emoção!
Ju

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Incenso

É uma substância resinosa aromática que quando queimado exala perfume. É usado desde a antiguidade para aromatizar ambientes, afastar insetos e em rituais religiosos. Possui vários formatos como palito, bastão ou em uma espécie de serragem, pó. O recipiente em que se queima o incenso é chamado de incensário ou turíbulo.
Quando Jesus nasceu os três Reis magos ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra.
O incenso,  muito utilizado no oriente, como na Índia e nos rituais judaicos. Ofereciam um incenso no altar de Javé. Javé, Eloim e Jeová são os antigos nomes de Deus na Torá, no Velho Testamento da Bíblia.
Na Igreja Católica é usado em missas solenes. O uso do incenso é símbolo de oração e devoção. Uma espécie de elo com o sagrado. Ju

Caravaggio

Caravaggio foi um pintor do estilo barroco italiano. O barroco é uma arte marcada pelo emocionalismo, pelo exagero, pelos retratos, pelos temas místicos, religiosos e mitológicos. Nessa linda pintura de Caravaggio:  Narciso, a lendária figura mitológica grega que se apaixonou pela própria imagem refletida no lago. Ju

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

As rosas resistem

Entre dores e espinhos, as rosas resistem. Resistem aos temporais, aos vendavais. Choram sob o frio orvalho mas despertam como se nada tivesse acontecido. Sob a luz da manhã, as rosas desabrocham. Exalam o seu perfume e atraem os colibris.
Ju
********
"Queixo-me às rosas,
Mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti...''  
Cartola - As Rosas não Falam.

domingo, 8 de agosto de 2010

Nossa Senhora da Cabeça

Quando era criança, na parede do meu quarto havia uma imagem de Nossa Senhora da Penha. Era uma bela imagem. E eu achava estranho tantas Nossa Senhoras, se a mãe de Jesus é uma só. Mais tarde compreendi. Refere-se aos locais onde Nossa Senhora tem aparecido aos videntes e deixando mensagens. Nossa Senhora da Cabeça é comemorada em 12 de Agosto. Conta que Nossa Senhora apareceu a um pastor no monte Cabeça, na região de Andaluzia, na Espanha. Esse pastor de ovelhas não tinha um braço, perdido em uma guerra contra os mouros e Nossa Senhora restituiu. E pediu que ali naquele local fizessem um templo. Todos acreditaram no pastor Juan Rivas ao vê-lo com o braço restituído. Aconteceu em 12 de Agosto de 1227. Ju


Adoniran Barbosa - 100 anos em 06 de Agosto de 2010

Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, (Valinhos, 6 de agosto de 1910 — São Paulo, 23 de novembro de 1982) foi um compositor, cantor, humorista e ator brasileiro. Rubinato representava em programas de rádio diversos personagens, entre os quais, Adoniran Barbosa, o qual acabou por se confundir com seu criador dada a sua popularidade frente aos demais.O seu primeiro sucesso como compositor vira canção obrigatória das rodas de samba, das casas de show: Trem das Onze. Outro grande sucesso - Saudosa Maloca. O samba de Adoniran é considerado ''italianado''.Aproveitando-se da linguagem popular paulistana – de resto do próprio país – as músicas dele são o retrato exato desta linguagem e, como a linguagem determina o próprio discurso, os tipos humanos que surgem deste discurso representam um dos painéis mais importantes da cidadania brasileira. Os despejados das favelas, os engraxates, a mulher submissa que se revolta e abandona a casa, o homem solitário, social e existencialmente solitário, estão intactos nas criações de Adoniran, no humor com que descreve as cenas do cotidiano. A tragédia da exclusão social dos sambistas se revela como a tragicômica cena de um país que subtrai de seus cidadãos a dignidade. ...” Como se vê, cultiva o humor como marca registrada. Marca aliás, que aliada à observação da linguagem e dos fatos trágicos do cotidiano, faz dele um sambista tradicional e inovador.
Adoniran Barbosa morre em 1982, aos 72 anos de idade. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A Lenda do Galo de Barcelos

Lenda do Galo de Barcelos - Portugal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

A lenda do Galo de Barcelos narra a intervenção milagrosa de um galo morto na prova da inocência de um homem erradamente acusado. Está associada ao cruzeiro seiscentista que faz parte do espólio do Museu Arqueológico, situado no Paço dos Condes de Barcelos.
Segundo a lenda, os habitantes de Barcelos andavam alarmados com um crime, do qual ainda não se tinha descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo, apesar dos seus juramentos de inocência, que estava apenas de passagem em peregrinação a Santiago de Compostela, em cumprimento duma promessa.
Condenado à forca, o homem pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: "É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem."
O juiz empurrou o prato para o lado e ignorou o apelo, mas quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Compreendendo o seu erro, o juiz correu para a forca e descobriu que o galego se salvara graças a um nó mal feito. O homem foi imediatamente solto e mandado em paz.
Alguns anos mais tarde, o galego teria voltado a Barcelos para esculpir o Cruzeiro do Senhor do Galo em louvor à Virgem Maria e a São Tiago, monumento que se encontra no Museu Arqueológico de Barcelos.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Arte Bizantina

Arte Bizantina é um estilo de arte desenvolvido na idade média. É uma arte cristã e possui características peculiares. Essa arte predominantemente cristã, entrou em uma Europa politeísta, de crenças pagãs e de mitologia greco-romana. Essa arte cristã, é das orgens do cristianismo e da Igreja Católica. Possui aspectos interessantes. São características dessa arte: - desproporcionalismo, temas religiosos cristãos, ausência de volume, e de pespectiva, de realismo, etc...
A segnda imagem é um mosaico. É elaborado com pequenas pedras que formavam belas imagens com temática cristã. As artes cristãs da idade média eram a românica, gótica, bizantina e paleo-cristã. Os mosaicos geralmente eram feitos em túmulos. Os ícones bizantinos (primeira figura) eram figuras transportáveis, feitos em madeira para o culto religioso. Havia toda uma técnica para elaboração dessas imagens.
Ju

Cuí cuí

É um animal originário da América do Sul. Era usado nos rituais dos povos pré-colombianos. Era chamado de cuí cuí por esses povos, pois esse animal emite um som ''cuí cui''. Também é usado como alimento no nordeste brasileiro e a sua carne é considerada nutritiva e saborosa. Sua espécie é a Cavia Porcellus. É também chamado de preá e de porquinho da índia, por causa das navegações lusitanas e espanholas.
Habita praticamente todo o território nacional. É um animal rústico, de fácil adaptação e muitos o criam como animal de estimação. Este animal se alimenta de tubérculos, vegetais, capim, etc... 
Ju

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O amor quando acontece

É uma linda composição de João Bosco e Abel Silva: ""Sobre o mar azul, tantas vezes chorei. Quase desesperei e jurei nunca mais, seus carinhos...""
Lembrei de tempos passados, das bonitas canções de antigamente. Parece que havia mais sentimento, mais amor. As músicas de hoje refletem o mundo atual, a superficialidade, o desapego, a vida corrida...
Eram bons tempos aqueles. As pessoas tinham hábito de se reunir para ouvir música. Muitas vezes as amigas se reuniam para curtir aquela ''fossa'', aquele amor mal acabado.
Eram bons tempos. As músicas marcavam as épocas, se tornavam inesqueíveis. A vida era mais lenta, menos violência. Foi tudo se modificando, até os sentimentos. Afinal, como dizia, penso que Kandinsky que: ''Toda a Arte é filha do seu tempo''. Ju 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Arco do Telles - RJ

O Arco do Telles é localizado na Praça XV, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro. É um conjunto arquitetônico composto de ruelas, de casarões em estilo colonial e neoclássico, e uma igreja muito graciosa. Este local foi idealizado por Telles de Menezes. Quando passeamos no Arco do Telles, nos sentimos no Brasil antigo. É como se entrássemos em um túnel do tempo. Os arranha céus ao fundo nos despertam para a realidade desse século.
Hoje em dia o Arco do Telles é um point carioca de happy hour. Possui restaurantes de ótima qualidade. Os artistas também buscam inspiração no local para as suas telas, desenhos. Os turistas também se encantam por esse lugar. O centro histórico do Rio de Janeiro vale a pena ser conhecido e preservado. No entorno do Arco do Telles temos o CCBB - o Centro Cultural Banco do Brasil, a Casa Granado, A Igreja do Carmo da Antiga Sé, o Paço Imperial, etc...
Ju

Bailarinas

"Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.""
Fernando Pessoa